
Apesar de estar bem na foto sob o ponto de vista do presidente Obama, o Brasil foi considerado o segundo país com maior desigualdade do G20, de acordo com um estudo realizado nos países que compõem o grupo.
De acordo com a pesquisa apenas a África do Sul fica atrás do Brasil em termos de desigualdade.O estudo afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados. Já as nações com maior igualdade, são economias desenvolvidas com uma renda maior, como França (país com melhor resultado geral), Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.
Os especialistas dizem que para reduzir a desigualdade, o Brasil precisa atacar as questões da sustentabilidade, da reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar . Eles calculam que da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vivem no campo.
Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza. Ainda segundo os pesquisadores:"É preciso fechar esse circuito para que os produtores que alimentam o país tenham condições menos vulneráveis e precárias."
De acordo com a pesquisa apenas a África do Sul fica atrás do Brasil em termos de desigualdade.O estudo afirma que os países mais desiguais do G20 são economias emergentes. Além de Brasil e África do Sul, México, Rússia, Argentina, China e Turquia têm os piores resultados. Já as nações com maior igualdade, são economias desenvolvidas com uma renda maior, como França (país com melhor resultado geral), Alemanha, Canadá, Itália e Austrália.
Os especialistas dizem que para reduzir a desigualdade, o Brasil precisa atacar as questões da sustentabilidade, da reforma agrária e o estímulo à agricultura familiar . Eles calculam que da parcela mais pobre da população brasileira, cerca de 47% vivem no campo.
Além disso, 75% dos alimentos que os brasileiros consomem são produzidos por pequenos produtores, que moram na pobreza. Ainda segundo os pesquisadores:"É preciso fechar esse circuito para que os produtores que alimentam o país tenham condições menos vulneráveis e precárias."
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